Domingo, Novembro 08, 2009

Viver o Luto

Há poucos anos comprei e li a biografia da Danuza Leão(Quase tudo), e vez ou outra releio um trecho que me emocionou.
Para quem não sabe, o pai da Danuza se matou, e aqui reproduzo o trecho em que ela discorre sobre a morte do pai:
"Quando voltamos, fiquei desolada ao ver minha mãe sozinha naquele apartamento enorme, sem falar, sem chorar, sem nada. Era véspera de Carnaval, e , naquele clima de tristeza absoluta, ouvia- se às vezes passar um bloco na rua.Resolvi tirar mamãe dali, achando que poderia ser bm para ela mudar de ares. Sugeri, e ela concordou- no estado em que se encontrava concordaria com qualquer coisa.Nara e eu morávamos no Leme, e pensei, que, se minha mãe morasse mais perto de nós, seria bom para todos.Encontrei um apartamento e fiz a mudança a toque de caixa.A experiência durou pouco; um mês depois mamãe quis voltar para o antigo apartamento e, lá,arrumou todos os móveis exatamente nos mesmos lugares de antes. Na sua introspecção, ela teve a sabedoria que eu não tive: que é preciso viver o luto, não adianta mudar de casa, viajar, tentar se distrair.Não era em vão que no passado, quando as pessoas perdiam alguém da família, ficavam seis meses usando preto, depois se permitiam usar alguma coisa branca, e cores só muito mais tarde.Minha mãe sabia, intuitivamente das coisas, eu não- e o futuro mostou que continuei sem saber".

Acho esse trecho lindo, de uma sensibilidade incrível. Especialmente porque hoje em dia está muito na moda ser feliz e superar as coisas a todo custo, sem dar tempo ao tempo se sem se permitir sentir a dor.Entendo que muitos hábitos de antes, como vestir preto no luto- que ninguem usa mais- não eram praticados somente por " frescura", eram a verdadeira expressão de um sentimento de perda.
Hoje em dia ninguem respeita mais o luto, ningém aceita sofrimento do amigo por qualquer tipo de perda.Seja perda por morte, por separação ou por outras razõs.
A primeira coisa que me lembro de ter escutado, quando passei pela rompimento de uma relação, era" Não fica em casa, vamos sair para dançar e se divertir e distrair, paquerar"... Caramba, vc acaba de passar por uma separação e as pessoas acham que vc tem cabeça p/ " dançar, paquerar, e se divertir?"...Por mais que se tente fazer isso( e olha que tentei na epoca), nao resolve, pq sua cabeça não está lá na festa...
É claro que é muito diferente o tom de voz de uma amiga que é solidária ao seu problema, e tenta te animar" Vamos lá, põe sua roupa mais bonita , que nós vamos passear um pouco hoje". e vc realmente, se anima, se distrai um pouco( não totalmente), e vai. Mas esperar que vc vá sair dançando, cantando alegremente e agir como se a vida fosse uma festa, como s e nada tivesse acontecido. tenha dó.
Eu só tenho experiência com " luto" com relações afetivas, não com mortes, ainda( felizmente ainda não precisei passar por isso nem com amigos, nem com familia- as perdas que tive foram meus avós e eu era muito nova, muito criança p/ entender o que significava aquela perda). Mas o sentimento, acredito, é parecido, e é inacreditavel como as pessoas ao seu redor não se dão conta que vc tem que viver o que sente- seja bom, ou ruim.Só assim, se supera. Parabéns, Danuza, pelas palavras de sabedoria!

Quarta-feira, Novembro 04, 2009

Momento nostalgia...

Ontem acabei de ler o ÙLTIMO livro da Agatha Christie que eu conhecia. Que saco, o último!Não sei se fico feliz por ter lido todos ou se fico com raiva , pq Agatha Christie faleceu há mais de 30 anos e não pode escrever mais mistérios p/ seus fãs decifrarem.
Só quem ama Agatha Christie sabe do que estou falando. Alias, pessoas como ela e Hitchcock jamais deveriam ter morrido!!!!!!

Arrependimento?

" Só me arrependo daquilo que eu não fiz".
Escuto isso direto e amigos e amigas, e não sei até que ponto isso é verdade. Pois nunca senti isso na minha vida. E sinceramente, apesar de já ter errado muito, tampouco me arrependo das coisas que fiz.
Se for dizer a verdade, mesmo, tem só uma cosia da qual me arrependo- de não ter sido mais esperta pra sacar certas coisas- quando eu era criança,adolescente, estudante de faculdade, quando eu tinha 28 ou 29 anos, quando eu tinha 30 e poucos anos, - minha falta de malícia ou mesmo de sabedoria p/ entender certas coisas é algo que me acompanhou desde que me entendo por gente, e somente hoje- HOJE, 35 ANOS- que entendo o que passei minha vida tentando entender e não sabia pq era daquele jeito.Hoje, mesmo tendo aprendido um bocado, há ainda coisas as quais eu não entendo.Esse é meu único arrependimento- ter ficado pensando, imaginando, remoendo coisas que não erma necessárias e que não eram culpa minha- mas eu agia como se fossem. E só.
Todo o resto, de nada posso me arrepender. Pq sempre fiz o que minha cabeça e meu coração(acertadamente ou não) me disseram p/ fazer, agi de acordo com o que estava sentindo ou deixando de sentir.Eu, quando erro, erro tentando acertar, então não tenho pq me queixar se a decisão que tomei há anos - luz atrás não foi a melhor- pq simplesmente, naquele momento, parecia a melhor...
Posso ter raiva de mim mesma algumas vezes por ter tomado uma decisão tão errada, por ter me metido em tais e tais enrascadas, mas arrependimento verdadeiro não tenho.Só dá pra saber se algo vai ser bom ou ruim, se tentarmos.Não dá pra ficar parado no tempo, tentando adivinhar o que teria acontecido se eu tivesse feito diferente. E tudo o que foi ruim, serviu p/ eu aprender algo, e p/ eu dar mais valor ao que é bom.
Então, me arrepender? Essa não sou eu, não sei se isso é bom ou ruim, mas não perco tempo me arrepender nem do que fiz nem do que não fiz.

Terça-feira, Novembro 03, 2009

Uma parte ainda obscura da minha vida

Existe uma parte da minha vida que eu não conto. Quer dizer, não conto em termos. Muita gente sabe o que foi, e exatamente o que aconteceu. " Não conto" é uma maneira de tentar tornar isso menos ruim, é uma mentira que conto p/ mim mesma, como se eu disesse" Aquilo não aconteceu na minha vida, é mentira, eu não fiz aquilo, nem permiti que tal coisa acontecesse".A gente procura fingir p/ si mesmo que nada aconteceu p/ não enlouquecer, e foi exatamente o que fiz.
Cometi, como todo mundo, acertos e erros na minha vida, e esse breve periodo a que me refiro foi um erro tão grande, mas tão grande, que me causou tão mal que sinceramente não sei até hoje como consegui superar- ou melhor, acho que sei como, mas prefiro não relatar aqui.
Isso faz hoje 3, 4 anos, e até hoje me dá uma dor na boca do estômago, de nojo, só de lembrar como foi tudo aquilo p/ mim.Nem por isso não posso dizer que me arrependo do que fiz- pois se não tivesse feito, jamais teria descoberto a indole ruim de " certas" pessoas que eu achava que eram boas... nem teria descoberto que por mais que a gente tente, não consegue se enganar. E que por mais que a gente tente, não consegue preencher no coração o espaço reservado a uma paixão tentando viver uma coisa inferior a aquilo que se busca...Eu posso ter enganado a muitas pessoas por muito tempo( não no sentido de traição, nem pejorativo)- pois muitas pessoas nem imaginam o que se passa na minha cabeça e no meu coração, mas é fato que nunca consegui enganar a mim mesma nem enganar a minha alma por mais de 2 meses seguidos.
Eu não sei dar receita pronta p/ se superar uma coisa muito ruim. Talvez seja o melhor dizer assim: viver um dia após o outro, não deixar de acreditar que no futuro vc encontrará algo muito bom( como realmente aconteceu), e tão bom que apagará as lembranças da fase ruim, se não totalmente, digamos que 99%... e nunca deixar de tentar... de pensar positivo, mesmo que vc não esteja conseguindo( só eu sei o que significa essa frase...risos)...Se por um lado me alegro, me orgulho de ter vivido coisas que forma maravilhosas, por outro tenho raiva, nojo, de ter passado cosias pelas quais acho que não precisava passar.
Mas assim é a vida, e o mundo deu voltas...

Sábado, Outubro 31, 2009

Enquanto houver Sol

Quando não houver saída
Quando não houver mais solução
Ainda há de haver saída
Nenhuma idéia vale uma vida...

Quando não houver esperança
Quando não restar nem ilusão
Ainda há de haver esperança
Em cada um de nósAlgo de uma criança...
Enquanto houver sol.Enquanto houver sol.Ainda haverá
Enquanto houver sol.
Enquanto houver sol...

Quando não houver caminho
Mesmo sem amor, sem direção
A sós ninguém está sozinho
É caminhandoQue se faz o caminho...

Quando não houver desejo
Quando não restar nem mesmo do
rAinda há de haver desejo
Em cada um de nós,Aonde Deus colocou...
Enquanto houver sol.Enquanto houver so.lAinda haverá.
Enquanto houver sol.
Enquanto houver sol...

AMO essa música dos Titãs. Apesar de ser antiga, me lembro de te-la escutado pela primeira vez em meados de 2007, a caminho do trabalho, em São Paulo, na ràdio Nova Brasil FM,( que só toca música nacional). Esse letra, naquela fase, caiu do céu p/ mim. Lembro bem que pensei muito sobre essa letra, pensava no sol que tinha se posto na minha vida e não mais aparecia. Pois bem, alguns meses depois, o sol voltou a aparecer, e a brilhar. Devagar, só fui perceber o brilho um tempo depois, em meados do ano passado E nesse ano ele brilhou mais ainda.Bem mais.
Enquanto houver sol, ainda haverá.Mesmo que ele esteja escondido, uma hora ele aparece, e ilumina tudo que te cerca .Assim é a vida.

Inveja branca não existe.. lamento.

"...cada riso delas era uma ofensa à sua tristeza doentia; cada vestido novo uma afronta ao seu vestido de merino tingido. Detestava-as na alegria dos filhos e na prosperidade da casa..."
( Eça de Queiroz, o Primo Basílio)

Essas palavras do livro de Eça que tanto adoro ilustram o que é sentir um dos piores sentimentos que pode correar a alma de um ser humano: A INVEJA.
Muito tenho escutado sobre inveja, muitas teorias sobre inveja boa( que chama de inveja branca) inveja ruim( o que seria chamado de inveja destrutiva), mas sinceramente não acredito e nunca acreditei nessa diferença. E não acredito nisso simplesmente por um fato: Inveja é inveja, e pronto. É ruim e corrói de qualquer jeito.
Sei exatamente o que significam essa spalavras de Eça, pq muitas vzes em minha vida me peguei sentindo exatamente o que essa personagem sentia: cada conquista de uma pessoa conhecida minha em determinad aspecto da minha vida que eu aind anão tinha vencido era uma afronta à minha derrota. Pronto, muitas vezes foi assim. E isso nada tem a ver com querer que a pessoa, a amiga que teve q conquista perdesse o que conseguiu, ou tramar maldades p/ tomar dela aquilo que ela fez por merecer e ganhou. Não, era somente DOR. DOR por não ter conseguod a mesma coisa que a amiga, que o conhecido, que o vizinho, sei lá, e desse tipo de dor a gente não esquece, pq dói como um punhal no coração.Sangra, machuca. A gente se sente culpada por não estar conseguindo ficar feliz pela amiga,e fica se perguntado se isso que está sentindo é maldade, egoísmo ou inveja.Hoje sei que era somente, inveja. Egoísmo e maldade, não.Pq se fosse egoísmo ou maldade, eu teria tramado qqer coisa pra fazer a amiga ficar por baixo, e eu nunca quis fazer isso, em momento algum, a ninguem, nunca me passou pela cabeça.
Hoje entendo que sentir inveja é sempre consequencia de algo que vc não se julga CAPAZ de ter ou de conseguir parecido. Exatamente como eu me sentia na época, e hoje não sou mais assim.Pq quando nos julgamos capazes de conquistar a mesma cosia, não perdemos tempo remoendo sentimentos negativos- simplesmente vamos à luta, ou se for o caso simplesmente aguradamos o momento certo,, pq certas cosias não é exatamente " lutando " que se obtém.
E é por isso que não acredito na chamada inveja " branca" , aquela que dizem ser " positiva", pq nos impulsiona a ir adiante e a tentar obter uma conquista parecida, seja pessoal, financeira ou profissional.O sentimento que nos impusiona a ir adiante, é admiração, vontade de viver, de vencer, sede de conquista, isso não combina com inveja , tampouco tem alguma semelhança a ela.Não. Inveja é SEMPRE ruim, é SEMPRE desgastente e sempre minas nossas energias.Ainda que possamos,num segundo momento , pensar" Ok, se eu tenho inveja disso, então preciso fazer isso e mais isso para subir tantos degraus e chegar onde minha amiga chegou", Sim, isso acontece, mas se vc chegou nesse ponto, é pq a fase da INVEJA já passou e seus sentimentos agora são construtivos, e não mais negativos.O invejoso não luta pelo que quer, ou se luta, o faz do jeito errado, pq o desespero para se chgar onde quer é tão grande que se pula etapas, se faz as coisas sem pensar nas consequencias.Quem admira uma conquista de verdade, do fundo do coração, LIVRE do sentimento da inveja, consegue racionalizar, pensar antes de agir e pôr as cosias em perrpectivas, abrir o horizonte. O Invejoso não consegue fazer isso, pois está preso a uma idéia fixa, de inferioridade.
E é nesse ponto que quero chegar, acredito que chegou a hora de sermos menos hipócritas e mais humanos- no sentido de tentarmos nos entender melhor- muitas vezes, amigos tentam nos confortar, dizendo" Imagina , isso que vc sente não é inveja, inveja é coisa de gente ruim, maldosa, e vc não é assim"... E eu acredito que muitas vezes o que estamos sentindo É INVEJA SIM, É TRISTE SIM, E DÓI SIM, a ninguem tem coragem de dar nome aos bois e chamar aquilo de INVEJA, pq acredita-se que esse sentimento torna qqer pessoa um monstro ou menos humano. Não, não torna. É normal sentir inveja, é normal aquele sentimento de impotência, de querer, mas de não conseguir ou de não poder ter a coisa igual à do outro.É HUMANO.Eu vi uma vez, num filme,( o que achei lindo) que só curamos uma dor, um sentimento negativo, quando o SENTIMOS DE VERDADE, quando o ASSUMIMOS P/ NÓS MESMOS e enfrentamos tudo aquilo que está oculto( ou não ) por trás da coisa ruim.Como foi dito no filme"É preciso coragem p/ se sentir dor"...
Inveja é sempre uma dor, e se vamos ser uma pessoa boa ou má em decorrencia dela, depende do modo como lidamos com ela. Acredito que pessoas más são aquelas que tentam destruir a vida de quem tem aquiilo que ela quer e não tem.Se vc nunca fez, nunca sequer pensou em fazer isso, vc não pode ser considerado uma pessoa ruim só pq tem ou teve inveja de alguem.E pra ser sincera, se vc ouvir palavras de censura de alguem que nao entende seu sentimento, simpelsmente se afatse dessa pessoa. Eu já estive dos dois lados, já fui nvejosa e já fui invejada. Hoje sinceramente estou numa fase neutra, nem invejando a vida de ninguem, e nem achando que tenho razões p/ ser invejada.Compreendo, portanto, se alguem não ficar tao feliz por uma alegria minha, assim como muitas vezes e não consegui, ou não pude me alegar pela felicidade do outro do jeito que deveria.Não compreeendo somente uma coisa: quem tenta me destruir por causa disso. O resto, não me afeta.
E hoje sou uma pessoa melhor, evoluí. Aprendi esse ano a parar de comparar as minhas historias com as historias dos outros, hoje se faço alguma comparação da minha vida é somente com a minha própria vida, com as minahas própirias histórias,em outros momentos, sempre no sentido de buscar respostas e de evoluir.E tem dado certo.

Leonino não nasce, estréia.

Leonino não nasce, estréia.
Li essa frase em algum lugar da internet há uns anos atrás, e gostei tanto que resolvi escrever um texto só sobre ela.
Para começar, poderia dizer que muitas pessoas não acreditam em astrologia, muitos acham bobagem ou coisa de gente supersticiosa.Eu acredito
O porquê de eu acreditar, exatamente, eu ainda não sei.Poderia dizer que muitas coisas batem com meu signo, que meu perfil astrológico combina comigo, ou poderia dizer que acredito em algo pq tento achar uma explicação p/ tudo o que me acontece ou deixa de acontecer. As pessoas- inclusive eu- às vezes precisam acreditar em algo.
Bom, eu acredito que sou o que sou por ter nascido no signo de leão. Mais precisamente dia 17 de agosto de 1974.Leão com ascendente virgem, e lua em leão( só fui saber da lua esse ano pq me perguntaram em que signo a minha era, antes disso nem sabia que existia esse negócio de
" lua"- achava que era signo e ascendente , e só).
Eu recebo, por vezes, muitos olhares de medo, olhares ressabiados, e até escuto de vez em quando um " nossa!"quando digo meu signo.Pelo que se fala dos leoninos, concordo que muita gente tem motivos de sobra p/ se ter medo.Outras vezes, escuto que ser como sou soa arrogante, que tenho vaidade excessiva, que me preocupo excessvamente com a munha aparência.( quando escuto isso, penso: coitadinha de mim, se eu fosse tudo isso....rs)...
Então, vou falar um pouco do que leio- e escuto sobre meu signo, e vejo que muitas coisas batem e falarei sobre o que eu sou e o que eu não sou.
O leonino é alegre e extrovertido por natureza.Gosta da VIDA, da sensação de prazer e de achar felicidade em quase tudo aquilo que faz.Essa sou eu.Do tipo que quando está feliz, liga o som do carro no último volume e canta. Do tipo que faz de cada encontro com amigos ou com qqer pessoade quem gosta uma festa.A gente é assim, intenso naqueilo que faz e que sente.
Leoninno, quando gosta de alguem, não economiza carinho, nem gentileza, nem generosidade. Essa tambem sou eu. Eu , se quero dar uma festa, só convido quem realmente gosto, não faço média com ninguem. E se dou a festa, quero oferecer na festa o que eu puder dar de melhor- o melhor vinho, o melhor queijo, o melhor bolo de aniversário.
Gosto de dar presentes a pessoas especiais com direito a dedicatória ou a cartão- sem isso, perde a graça.Dar livrod e presente sem dedicatórria na capa?Não sou eu.Lembro que uma vez ganhei de uma amiga uma bolsa e junto uma carta linda que ela escreveu falando da nossa amizade( Sinceramente, gostei mais da carta do que da bolsa em si...) Leonino é assim, gosta mais do gesto de carinho do que do presente propriamente dito.Também não costumo fazr uma visita, se voru dormir na casa da amiga, sem levar um presentinho.Assim eu sou, amo agradar a aqueles que merecem minha confiança. Eu gosto de dar presente de agrdecimento às pessoas que me ajudaram, incentivaram.E faço isso de coração, não espero nada em troca a não ser honestidade e lealdade do outro.Falando em lealdade, pe o ponto forte do meu signo: sou tão leal aos amigos que jamais permito que falem mal de um amigo meu perto de mimDefendo com unahs e dentes o amigo, se for preciso.E exatamente por não permitir que falem mal de amigo meu, não admito que amigo meu permita que falem mal de mim, p/ ele.Não só não admito, como não desculpo quem deixa isso acontecer. Posso ser taxada de radical, mas a verdade é essa:estou falando de lealdade, e sem isso ninguem pode fazer parte da minha vida.Assim sou eu.
Por outro lado, como diz a astrologia, eu posso ser muito rancorosa quando quero. Na verdade, eu procuro analisar assim:Se a pessoa fez aquilo sem pensar muito, do tipo" foi mal", " eu não tive a intenção de te chatear" e eu sentir que ela está sendo mesmo sincera, ok, desculpada, e não volto mais ao asssunto, é regra de ouro: se desculpei, nunca mais falo do assunto nem jogo na cara anos depois.Mas, se eu sentir que a pessoa fez aquilo de propósito pra me sacanear... pode me esquecer que nunca mais olho na cara,e se cruza na rua, mudo de calçada. Eu constumo dizer que se "vc quiser que um leonino saia da sua vida, basta pedir a ele uma vez só e fazer esse pedido bem feito. Mas tome cuidado pra não se arrepender depois, pq nada o fará voltar atrás depois. Pode choar o quanto quiser.."Eu sou assim, leão é assim:orgulhosa demais, não imploro pela amizade,. pelo amor, pelo perdão, pela compreensão de ninguem. O signo de leão tem esse negócio de orgulho, o que considero uma faca de dois gumes, é um ponto forte e ao mesmo tempo fraco.O orgulho muitas vezes me impediu de ir atrás de algo que eu queria, de agir num momento crític,o e não queria dar o braço a torcer, devo ter perdido imensas oportunidades na minha vida por causa disso.Por outro lado, o orgulho muitas vezes me empurrou p/ a frente, me deu forças pra sair do fundo do poço e de mostrar pra muita gente que sou mais capaz do que imaginavam.Sinceramente, uma coisa que me dá prazer( e agora assumo que ninguem é cem por cento bom, nem santo), é ver a pessoa que no passado me sacaneou, duvidou da minha capacidade, ou tentou me humilhar, vir pedir perdão e pedir a minha amizade de volta e eu dizer" obrigada, mas agora não precisa mais".Quer dizer, nunca precisei dizer com essas palavras, mas fica implicito.Uma vez uma amiga minha me contou sobre uma pessoa que veio me pedir desculpas numa determinada epoca, que a pessoa fez um discurso dizendo que era era muito capaz, etc... sinceramente, não lembro desse pedido de desculpas, nem dessa pessoa ter falado comigo naquele dia.No meu inconsciente, o que ela havia me feito uns anos atras foi tão feio, tão imperdoável, que apaguei o pedido de desculpas dela da minha mente, não lembro mesmo. Sei la´eu sou assim, pode não ser exatamente uma qualidade... mas fazer o que?? NInguem é perfeito, nem leonino...rs
Quando li que o leonino não nasce, estréia, pensei" essa sou eu"... assim somos nós. Não sou exatamente uma líder nata, uma pessoa que as outras ouvem e aplaudem tudo o que digo, mas tenho esse lado de querer me mostrar, de querer encantar. Eu faço isso quando toco piano, amo tocar em publico, e qqer recinto que tenha um piano eu peço permissão, sento lá e vou tocando...rs...leonino tem um pouco esse lado, de querer brilhar, de se mostrar.
Quanto à vaidade... sinceramente, dizem tanto que somos vaidosos em excesso, que damos valor excessivo a aparência e não sou assim como dizem que sou.Claro que tenho esse lado, de querer me amar como eu, de querer me sentir bonita( e quem não querer se sentir bonita?), de querer fiar bem comigo mesma, mas não faço disso uma tortura. Não tenho um arsenal de cosméticos na minha prateleira, como dizem que leoninas têm, só uso maquiagem em ocasiões especiais( festa, encontro, por ex).não sou excessivamente preocupada com peso e medidas( só recentamente, pq engordei desde o ccomeço do ano), mas é uma preocupação saudavel, de quem quer manter o corpo harmonioso, de quem quer ter saúde e se sentir bem consigo mesma( acho a maior hipocrisia dizer que nesse mundo aparência física nao é importante), mas não levo ao exagero de querer parece com a capa da revista boa forma, com a atriz da novela, com a top do momento> Não, quero ser simpelsmente eu mesma, me sentindo bem no meu conjunto, e sabendo perfeitamente que tudo isso pode ser agradavel às pessoas que me cercam.Eu escrevi outro dia, nesse mesmo blog, que se sentir linda não é um atributo fisico, é um estado de espirito.E é verdade, nesse ano me senti linda varias vezes- e tinha ver com o que eu estava sentindo e vivendo naquele momento- pois lembro de outros momentos , anos atrás,que eu estava mais bonita de rosto, de corpo, e por N razões que não cabe colocar aqui - não me sentia linda como me senti nesse ano.
Eu tenho orgulho das minhas conquistas, ( e leonino costuma ser orgulhos com isso!)pq nada na minha vida caiu do céu e nada foi fácil( embora muito pensem que sim, pq nunca passei fome, estudei em escola particular, faculdade publica sem ter feito cursinho)... Se as pessoas soubessem que as adversidades da vida não se resumem só a passar ou a não passar fome! Se as pessoas soubessem que sua alma sangrando pode ser mais mortal ao seu organismo do que a falta de dinheiro ou a falta de alimento!...
Eu não precisei trabalhar p/ estudar, não passei fome e não tive problemas serios na minha familia, como muitas pessoas têm. Mas tive outros problemas, outros que doeram tanto como dó dói em qqer pessoa, e só quem me conhece sabe a luta que foi p/ passar por tudo que passei e ainda passar no vestibular, me formar e seguir trabalhando, depois de 11 anos de formada( esse ano). Eu me orgulho do que consegui, pq embora não pareça, nada p/ mim, caiu do céu nem foi conquistado sem esforço, e quando quero dividir esas cosias com alguem, quando quero incentivar as pessoas a fazeram o mesmo, isso ja foi confundido com arrogancia, com prepotencia, com o tal do " ela se acha"... então, hoje aprendi a ficar calada e a compartilhar minha vida só com quem merece.
Quanto a ser arrogantea, afestada, como dizem que leoninos sao? Bem só quem me conhece muito bem sabe que isso não sou. Eu amo coisas gostosas, chiques, exatravagantes,como ir a um restaurante bem gourmet de São Paulo, mas ao mesmo tempo sou extremamente simples p/ apreciar um bom pão com manteiga na chapa ou um lanche de mortadela.Se a companhia for agradavel, tudo fica gostoso( e mesmo que a companhia seja a minha própria companhia e mais ninguem...rs)
Acredito que astrologia existe, mas: somos o que a astrologia diz que somos, ou aquilo que acreditamos que devemos ser pq a astrologia assim disse?não sei o que aconteceria, se eu tivesse nascido sob outro signo,, afinal, muitas vezes me questionei" Mas pq estou fazendo assim? Não sou de LEÃO?? BOLA PRA FRENTE!!".Ou seja: se a astrologia não existe, se for tudo uma baboseira( o que não acredito que seja), mesmo assim ela consegue em alguns momentos nos impulsionar a vencer desafios, a ir para a frente, e a buscar respostas. Comigo, pelo menos, sempre foi assim.

Segunda-feira, Outubro 26, 2009

Texto de Rilke e o que el tem a ver com as pessoas que quero- ou não- que façam parte da minha vida...

Minha formatura de colegial foi em dezembro de 92. Lembro bem. O paraninfo foi, merecidamente, o professor de português, que eu adorava, entre outras coisas, por ele ter me ensinado tão bem a interpretar textos- o que me valeu ter conseguido passar no vestibular e o que me valeu gostar até hoje de ler.Nunca me esquecerei do professor, e nunca me esquecerei do discurso que ele fez como paraninfo. Até há poucos anos atrás, eu tinha o texto do discurso dele, na íntegra, mas quando mudei de casa não sei mais onde o guardei- perdi.Mas lembro bem que ele citava palavras de um poeta alemão chamado Rilke.Lembro de alguns trechos:
" Não temos motivos para temer o nosso mundo, pois ele não nos é hostil.Havendo nele espantos, são os nossos, abismos, eles nos pertencem, perigos, devemos ama-los. Talvez todos os dragões da nossa vida na realidade sejam princesas que apenas aguardam o momento de um dia nos encontrar beles e corajosos".
Esse era um trecho, de palavras de Rilke. Outro trecho que o professor citava era assim:
" E por fim, que não sejamos como a pantera , do poema homônimo de Rilke, que diz o seguinte:(aí entra o poema)
" De tanto olhar para as grades seu olhar esmorreceu e nada mais aferra;
Como se houvesse somente grades na terra, grades, somente grades para olhar"
e aí palavras do professor de novo: "Lutemos contra esaas grades,para que assim perguntas como " será que nada vai acontecer?" ´percam o seu caráter hediondo e venham nos trazer respostas construtivas e verdadeiras."
Nossa, como me lembro bem. Pois eram palavras de esperança, positivas, que tanto me fizeram bem, pq era daquilo que eu mais precisava no momento... quantas e quantas vezes eu não havia me sentido como a pantera do poema que ele citava, eu tinha 18 anos, e ninguem percebia? Ou se percebiam, nada podiam fazer, pq os que percebiam eram adolescentes como eu, nada sabiam da vida, ou se sabiam algo, não sabiam como me ajudar.Qauntas e quentas vezes eu não quis pedir ajuda e não consegui, minha voz não conseguia gritar e implorar por socorro? Eu era como a pantera naquele momento: nada mais me restava, a não ser grades.
Com o passar dos anos, fui crescendo, amadurecendo, e fui vendo que a vida era algo bem maoir do que somente grades, que a vida era feita tambem de coisas boas, de alegrias, de vontade de viver.Como foi bom e ao mesmo tempo dificil esse aprendizado, e quando olho p/ trás é impossivel não me lembrar das palavras do professor naquele discurso, parecia, quen incosncientemente, ele estava falando de mim. Lembro de um trecho que ele citava" A aprendizagem é uma clausura, exige solidão e entrega, devendo se evitar a impaciência".- Quantas e quantas vezes não precisei ficar sozinha, quieta no meu canto, p/ entender o que acontecia comigo e me compreender melhor? Sim, aquelas palavras estavam certas, só que eu ainda não sabia disso.
Certa vez lembro que mostrei o texto do professor a uma pessoa de quem gostei muito, ao que essa pessoa respondeu" Como assim, esse mundo não nos é hostil??Esse cara tá louco de falar isso, o mundo é cruel", algo assim, não exatamente com essas palavras. Fiquei muda,, triste, calada. Eu quis passar a uma pessoa de quem tanto gostava na epoca uma mensagem positiva, de esperança, e a pessoa me joga uma ducha de água fria, um banho de gelo na minha felicidade. Só que naquela época eu era muito bobinha, muito menina p/ entender e sacar isso.
Por muitas vezes, olhei p/ atrás e relembrei desse fato, e somente anos mais tarde pude perceber: Como aquela pessoa de quem tanto eu gostei, ou tentei amar, era amarga, como não combinava comigo! Eu sempre procurei( apesar de tudo) a luz no fim do tunel, passei a vida vendo só as grades( como a pantera do poema), mas no fundo, algo na minha alma se inquietava e me dizia que não poderia ser só tão ruim assim.Eu estava certa, alias quando a gente não em consiciência, pelo menos a nossa alma sabe, e isso já é um grande passo.
Eu nunca, nunca mais, darei a minha vida, o meu amor, a uma pessoa que pense dessa forma, que seja tão amarga, a ponto de questionar um poema tão lindo, que seja tão insensivel aponto de não perceber que o mundo não é só um antro de crueldade e de coisas ruins e sujas. Isso era um sinal de que era a pessoa errada, mas como ja disse, na ocasião eu era muito menina p/saber das coisas.
Eu jurei p/ mim mesma, que nucna mais entregarei minha vida a alguem que pense tão pequeno, tão limitado. Como esse poema e essas palavras me ajudaram,!- qualquer pessoa que queira ficar do meu lado, perto de mim, seja como amigo ou como algo mais, deve ter sensibilidade p/ entender isso e não deve ter só sentimentos negativos no coração. Caso seja assim, não serve p/ mim.Não é questão de entender ou gostar do poema, mas qualquer pessoa que torça o nariz e questione as palavras de Rilke, dizendo que o mundo é só ruim, só hostil, só cruel... não pode ser uma boa pessoa.Não sei se me fiz entender. Como demorei a entender isso!...mas acordei p/ a realidade, ou melhor p/ a vida. Não sou mais uma pantera enclausurada, que enxerga só grades.

Domingo, Outubro 25, 2009

Forçar a barra... que coisa mais chata!!!

Há alguns anos postei num tópico do orkut um texto sobre homens que forçam a barra= forçar a barra p/ rolar um beijo, ou algo mais, quando vc AINDA não está a fim.
E esse post meu gerou na época várias respostas, entre essas a que mais amei foi a da minha amiga Tania. Ela conseguiu tirar as palavras da minha boca, e peço licença p/ ela p/ reproduzir o que ela escreveu:( e grifei em negrito o que mais amei:)
"Os homens têm que aprender a ouvir 'não'
e aprender a nos respeitar, só isso. Têm que parar com esse costume ridículo de ficar fazendo "teorias" sociológicas de bolso pra explicar o incrível fato de que muitas vezes as mulheres que estão se mostrando simpáticas com eles ou que até estão a fim de uns beijos não estão MESMO a fim de mais nada. Pelo menos não naquele momento. Estou de saco cheio de ouvir homens que não têm metade da minha vivência e bagagem cultural, virem com conversa mole pra justamente "forçar a barra" e determinar o ritmo dos acontecimentos de maneira unilateral. Não vejo diferença entre os que caem matando fisicamente ou os que vêem com argumentos que subestimam minha inteligência. Já ouvi muito o famoso "vc tem que se soltar mais", quem não ouviu? Se o cara imaginasse o quanto sou soltinha quando realmente quero fazer alguma coisa... Aliás, quando quero não preciso de ninguém tentando me convencer de que sou uma pobre coitada reprimida. Sempre achei que a facilidade de acreditar em teorias que vêm bem a calhar com as conveniências individuais são uma praga do nosso tempo e mundinho individualista. Mas, no caso dos homens eles exageram. Em questão de minutos convertem-se em psicólogos de araque, sociólogos de bar, e arrasam com qualquer humor e possibilidade de progresso no relacionamento. Bastaria que aprendessem a ouvir a palavrinha mágica: 'não' ou, se for o caso, 'não ainda'. Eu não vejo necessidade alguma de explicar um não quando esse não significa 'não quero', 'não tenho vontade'. Simples assim. "
Pois é, Taninha. A frase em negrito sintetiza: Essa sou eu...rs
Ahhhhhh , se os homens soubessem... as coisas são tão simples, mas nem todos estão a fim de ouvir, de perder tempo com coisas boas. A maioria prefere pular ou queimar etapas.
Isso me lembra a conversa fiada que já escutei algumas vezes" não estou em fase de ter nada sério, estou na fase de viver o presente e aproveitar a vida".... quando eu escutava esse " aproveitar a vida"...ihhhhhh era mau sinal, pois esse " aproveitar a vida" significava nada mais , nada menos que uma saída descartável pulando todas as etapas possíveis, p/ que algo, mesmo sem compromisso, seja legal, leve e gostoso p/ ambos.( pq p/ ser bom não precisa necessariamente ter compromisso, isso que muitas pessoas não entendem!), mas certos homens já vêm com o discurso pronto" não quero namorar, tá??"... tá... como se eu estivesse exigindo ou cobrando qqer coisa... como se o fato de não namorar sério queira dizer necessariamente que tenha que se pular etapas, forçar a barra, agir feito um grosso, e " ir direto ao ponto"...
Depois de muito tempo, alias depois de 33 anos, fui perceber que uma coisa não quer necessariamente dizer outra, foi perceber que não quero, não aceito nada descartável, que aconteça às pressas... que não ter compromisso não significa necessariamente que tenha que ser com grosseria...
Felizmente, existem alguns( poucos) homens que entendem isso, mas felizmente existem.
ahhhhhh......... se alguns homens soubessem...... mas certas pessoas são limitadas mesmo, melhor que nunca saibam, que nem desconfiem, do que é que estou falando.... risos...

Sexta-feira, Outubro 16, 2009

Minha voz interior

Em meados de 91,quando eu ainda nãotinha 17 anos,escrevi um texto enorme,do qual não me recordo mais -mais sei que começava com a frase:"Minha voz interior me pede coisas que minha consciência não permite. Minha vez interior quer brigar, chorar,sofrer.Minha consciência quer sorrir,viver e ser feliz".

Anos se passaram,e só agora,com 35anos,que fui olhar lá atrás e que percebi o que eu realmente quis dizer quando escrevi isso. Era tão confuso pra mim,que nem eu tinha consciência do que exatamente eu estava falando.Mas minha alma sabia,e não queria me dizer... no fundo, a gente sempre sabe,embora muitas vezes queira negar.

Eu dizia a mim mesma que tinha que me contentar com o que tinha naquele momento( consciência),pq achava que aquilo que minha voz interior me pedia não era p/mim,mas no fundo essa voz interior sabia que tinha que chorar, brigar...senão, minha consciência passaria o resto da vida conformada e viver uma vidinha calma,queita,sem grandes emoções. E não era aquilo que eu queria...
Passei 18 anos da minha vida procurando por algo... chorando,brigando p/ter aquilo( como queria a minha voz interior),mas ao mesmo tempo negando que eu queria, ou achando que se isso existia ,não era p/mim...e agora que encontrei, encontrei a resposta p/tudo aquilo que eu me perguntava antes e não entendia pq.
Hoje, minha alma chora,mas chora de alegria,por ter feito essa descoberta.
A todos que tiverem uma voz interior querendo lhe dizer algo: Ouçam o que ela tem a dizer...escutem,pq ela está querendo dizer algo importante... acreditem no que ela diz,ou que pela menos tenta dizer.Isso me lembra algo que li mais ou menos na mesma época,há 18anos" OUÇA A CANÇÃO DA VIDA .Procure-a e ouça-a, primeiro, em seu próprio coração. A princípio, você pode pensar que ela não está aí; quando a procuro, encontro apenas barulho. Procure mais profundamente. Se novamente você se desapontar, espere, e então procure mais profundamente ainda. Há uma melodia natural, uma fonte oculta em cada coração humano. Ela pode estar demasiadamente escondida, totalmente encoberta e silenciada - mas está aí.”( Desconheço a fonte verdadeira desse texto entre aspas).